As festas do final de ano estão chegando e 2009 trouxe uma novidade saborosa: a 1ª GSX Drag Fest (GDF). A primeira big party do outlaw no Brasil. Se eu estiver errado nesta informação, ficarei feliz de saber que há outra festa deste tipo e ainda divulgo com prazer neste espaço.
Não foi uma festa comum. A iniciativa foi da equipe GSX Drag Race, equipe gaúcha que está dando passos decisivos para se transformar em uma das grandes da arrancada nacional em alguns anos. Alavancada pelo prestígio adquirido na pista, a GSX convidou e recebeu em sua festa mais de 150 amigos e colaboradores. Bebida e comida liberadas, chefs na cozinha, DJ animando uma atmosfera agradável, foi uma visão do que pode acontecer nos próximos anos.
Do ponto de vista dos patrocinadores da equipe, o marketing de relacionamento foi excepcional. A festa era em reconhecimento ao grande auxílio que representaram no desenvolvimento da equipe. Estes fatos foram apresentados a todos os presentes, e os representantes das empresas receberam um quadro comemorativo, o que gerou alguns momentos de grande emoção. O caminho de 2010 está mais livre e fluente.
Outros resultados foram imediatos: embalada pelos acontecimentos, que consideraram excelentes, a GSX ambiciona dobrar o número de convidados para 2010, no 2º GDF. Como um surpreendente efeito colateral, uma equipe que se revela a cada dia uma concorrente de peso - a Casa da Vó Racing - saiu de Viamão (local do evento ) disposta a ter em 2010 seu próprio acontecimento social. A disputa vai além dos limites da pista e na prática vai elevar o nível geral.
Este envolvimento social de familiares e amigos é muito importante para as corridas. Competir nem sempre é uma atividade bem vista pelas pessoas tão centradas em seus afazeres diários. As festas e jantares são ótimas ferramentas de imersão social e integração. Permitem que as pessoas possam ver as corridas como realmente são, não apenas um desperdício de dinheiro, e sim uma real possibilidade de carreira e aprendizado. Sem falar na sua capacidade de preeencher a necessidade de adrenalina e emoção de cada um de nós.
Caetano Veloso disse uma vez que "de perto, ninguém é normal". Sábias palavras. Também é certo que a aproximação faz com que aprendamos a conviver com a diferença. E essa é uma das belezas da corrida - se você vence é o cara e tudo mais é acessório.
Outra face da moeda de toda esta atividade é poder canalizar esta grande energia na ajuda a obras sociais. A AD, como verdadeiro clube que é, tem grande capacidade solidária de contribuir. Desde que vem crescendo a sua participação nas corridas, seus integrantes julgaram importante retribuir cada sucesso em favor daqueles que precisam de cuidados.
Esta foi a motivação para o nascimento de campanhas para arrecadação de alimentos, roupas e brinquedos. Todas foram bem sucedidas e impactaram positivamente quem recebeu. A última, de arrecadação de brinquedos para as crianças do Lar Amigo Germano, vai deixar o natal de 62 crianças de 3 a 5 anos muito mais alegre e colorido.
Quem é envolvido com corridas tem como objetivo a vitória, sempre. Então, há um consenso de que cada campanha para ser vitoriosa, tem de ser melhor que a anterior. Típico de quem é competitivo e neste caso, significa fazer um bem cada vez maior a quem precisa.
Estamos dando adeus a 2009. Foi o ano em que cada desafio correspondeu a uma conquista. Seria enganoso dizer que já esperávamos que fosse assim. A vida vai se desenrolando a cada dia e muitas vezes traz enormes surpresas. O que podemos dizer com certeza é que nos saimos bem ao final, mas como somos gaúchos, sempre achamos que foi pouco e esperamos ainda mais de 2010.
Um FELIZ NATAL e um GRANDE ANO NOVO para todos!
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Edições anteriores:
Surpreendente é pouco
O último Open de 2009 foi surpreendente em muitos aspectos. Vamos começar pelo principal: pensando no esporte e no espetáculo, foi grande a melhora na qualidade dos competidores. Com 80 carros participando, foi revelador ver a cada passada tempos na casa dos 12s e 13 s. No início dos Opens, há pouco mais de um ano, o tempo da maioria oscilava entre 16s e 18s.
Uma final de verdade
O Campeonato da AD chega a sua terceira final. Nas edições anteriores a disputa foi apertada, mas desta vez pode ser chamada de milimétrica. Os favoritos, pela ordem matemática, são Rafael Andreis, Sergio Fontes e Rafael Grillo.2º SRD - Estávamos todos lá
Faz quase uma semana desde o 2º SRD e só agora resolvi comentar. Não houve falta de tempo para escrever, não houve falta de fotos e não faltou assunto. Julguei apenas que havia necessidade de reflexão.Nesta segunda edição do SRD houve, de fato, esforço dos organizadores para aperfeiçoar pontos que não estavam bem claros no primeiro evento.








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